Ontem li um texto de Rubem Alves (http://www.rubemalves.com.br) que me tocou muito. Ele fala sobre a diferença das coisas essenciais e necessárias. Descobri esse autor nas minhas “navegações” pela internet. Não tenho adjetivos para qualificar suas obras! São fortes, sinceras, carinhosas... feitas para mim, para você e para nós.
Para exemplificar melhor, ele conta a história do radinho. Na Índia, muitos anos atrás, convidaram homens e mulheres para serem esterilizados como forma de manter o controle demográfico. Para estimular a decisão era oferecida uma escolha entre duas recompensas: uma saca de arroz ou um radinho de pilhas. Imaginem! A situação desse país era de total pobreza e mesmo com a falta do necessário para sua subsistência, quase todos escolheram o radinho. A escolha nos parece supérflua, mas para eles era o essencial.
“Qual racionalidade nos autoriza a retirar a um miserável sua qualidade humana sob o pretexto de lhe facilitar a subsistência? Em nome dessa necessidade gostaríamos que ele parasse de querer o supérfluo. Enquanto que é propriamente considerar que a coisa essencial da vida é o supérfluo, que resiste, mesmo na miséria, a humanidade de todos”.
Descobri que minha vida foi de ações necessárias ..., e aquelas que deveriam ser “portadoras de um certo tipo de emoção” para serem essenciais da vida (como o radinho) .... eu ainda não as experimentei ou talvez nem as vi passar!
Um abraço apertado, um beijo roubado, um sorriso sincero, uma ligação para um ente distante, o pôr-do-sol, uma boa ação, um chocolate quente, andar de mãos dadas, uma dança ao ar livre, ajudar ao próximo, um bom livro, uma lambida do seu cachorrinho, um bom filme, um “muito obrigado” e, para finalizar essa lista que não pode se prolongar, um “até logo”... porque o “adeus”... para mim ... não deveria existir no vocabulário de ninguém!
Pensem nisso!
Beijinhos e até a próxima semana!
(Estou passando pelo Blog da minha mãe hoje, porque gostaria de contribuir um pouco para esse espaço que fica cada dia melhor... . Vocês são responsáveis pelo nosso crescimento, por isso continuem nos visitando!!)
Para exemplificar melhor, ele conta a história do radinho. Na Índia, muitos anos atrás, convidaram homens e mulheres para serem esterilizados como forma de manter o controle demográfico. Para estimular a decisão era oferecida uma escolha entre duas recompensas: uma saca de arroz ou um radinho de pilhas. Imaginem! A situação desse país era de total pobreza e mesmo com a falta do necessário para sua subsistência, quase todos escolheram o radinho. A escolha nos parece supérflua, mas para eles era o essencial.
“Qual racionalidade nos autoriza a retirar a um miserável sua qualidade humana sob o pretexto de lhe facilitar a subsistência? Em nome dessa necessidade gostaríamos que ele parasse de querer o supérfluo. Enquanto que é propriamente considerar que a coisa essencial da vida é o supérfluo, que resiste, mesmo na miséria, a humanidade de todos”.
Descobri que minha vida foi de ações necessárias ..., e aquelas que deveriam ser “portadoras de um certo tipo de emoção” para serem essenciais da vida (como o radinho) .... eu ainda não as experimentei ou talvez nem as vi passar!
Um abraço apertado, um beijo roubado, um sorriso sincero, uma ligação para um ente distante, o pôr-do-sol, uma boa ação, um chocolate quente, andar de mãos dadas, uma dança ao ar livre, ajudar ao próximo, um bom livro, uma lambida do seu cachorrinho, um bom filme, um “muito obrigado” e, para finalizar essa lista que não pode se prolongar, um “até logo”... porque o “adeus”... para mim ... não deveria existir no vocabulário de ninguém!
Pensem nisso!
Beijinhos e até a próxima semana!
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