28 de ago. de 2009

Sexta Cult


Utopia de um Poeta.

Começar a escrever é entrar em uma batalha perdida... .
Sem nenhuma ilusão de conseguir, com frias e restritas palavras, transmitir o que penso e sinto. É a certeza de que cadernos serão poucos e as lixeiras trasbordarão de folhas, amassadas, como nos filmes de escritores frustrados.
Menos frustrante é saber que em maior parte isso se deve as proporções que eu teria de fazer as palavras tomarem... Inimagináveis.
Inúmeras são às vezes onde me perco nesse anseio, objetivo e procura.
Chego a pensar que acompanhar tudo isso, não é coisa pra vocábulo.
Sabe aquela coisa que sente às vezes?
Dentro: Que quando só tem vestígio de você, incomoda, mas que quando te vê radiar, faz um bem danado! Esse friozinho que não se sabe direito.
Fica claro que não se sabe.
Preciso novamente usar de letras sensabor que não alcançam nem em sonho o sentir...
Transcrevo, então: o toque, meu carinho, traiçoeira felicidade.
Quando possuo e ainda a alheia felicidade.
Escrevo, sim!
A essência do poeta tem de ser cultivada como a suma semente!
Sim... Pois de palavras a minha alma se alimenta, e dá sentido a todos os brotos que florescem, lindos, e cheios de certezas.
...Sinta apenas!
Deborah Santana

4 comentários:

Unknown disse...

Escrever é dom!!... por mais que as palavras sejam fáceis, apenas a alma reflete os sentimentos.
Muito Lindo!

Anônimo disse...

Deb,
Amei seu post! É muito bom poder contar com vc!
Estou ansiosa pelos próximos!!
bjokas

Anônimo disse...

Pow Deborah q massa heuheuheu minha mulher eh poetaaaaa
:]
num preciso de mais nada nessa vida soh kero tah ao seu lado para sempre ae tenho certeza de q estarei bem!

get-undressed disse...

Bacana! Queria ter ânimo e competência para escrever tb, e sintetizar e colocar no papel o que eu sinto.
Parabéns.