Fatídica casualidade, hora por interesse, ora por saudade. Perspicaz, viril amizade.
Uma perspectiva da rua e dos abraços onde encontro e me ofereço.
Dias estão se passando, seria falácia silabar que não o senti.
Afeita a diálogos e não mais a gritos, sábios pensamentos, rimando o porvir.
Mundana, “mambembe” sucumbo, aos menores detalhes, seus, que me fazem sorrir.
Você diz: “liberdade! exploda as grades! Não importa a causa, não importa o apreço não importa o espaço não importa o preço.
Minha mente é um mundo onde fatidicamente a razão flui.
Desejo abstrair o mal que faço, diminuir o apego ao fracasso, e me complementar, da astúcia social que sua alma eficaz possui.
Ínfimo, insistente, visceral-latente...hoje nada me assola, tudo me corrói.
Abro os braços à verdade, me alimento de um gozo, liberto de sentimentalidade.
Procuro ser menos abstrata, de um modo recorrente, não explicitado nas palavras.
Apreciando o que o céfalo conclui.
Sendo, e tentando mostrar nessa arquitetura de vocábulos mais-ou-menos coerentes
O bem que lhe escrevo, meu bem: o que apenas se sente.
No entanto, apesar de me algemar as possibilidades do devir
coloco os pés no chão
desconheço a astrologia, mais sei
Por eu ser de peixes, isso é real impossibilidade
não sonho, mas na verdade, me beneficio utilizando de artimanhas
tentando satisfazer algo que falte em minha vida,
nutrindo-me, com destreza tamanha...
de repente, hoje eu até chegue a conseguir...
Amanhã, talvez, não mais.
O que gosto é a presença:
Que quando está, causa um torpor fugaz
Mas que respeita, e ainda assim
Só por tentar,
assanha.
Quero, encontrar, enfim, um ritmo que nunca se disfarça
Uma paisagem, natural, menos social, menos pré-moldada
Alguma verdade fiel, não manipulada.
Ver, o novo ainda que no estorvo!
Cantar, arrepiada por um encontro harmonioso
da vida: escrita ou falada.
Julgada!Explorada!
Peço para que nunca exista qualquer descuido, ocasional.
Espero desconhecer a distância abissal.
Humildemente, com um bem mais vivo astral.
Findo esse conjunto de versos
Sendo modesta:
MAGISTRAL
Inspirada, mas se em ti,
tentando emitir...
essa complementar alegria:
intrigante, sedutora: ilegal.
Pensando nos últimos acontecimentos, concluí: “é viver pra ser seduzido (a)...”
Obrigada a todos que continuam acompanhando a “Sexta Cult” no blogger e mais um salve aos queridos amigos que me apóiam em mais um degrau!
Bom final de semana, e até a próxima sexta-feira,
Deborah.
6 comentários:
é o mais bonito!gosto dessas frases que se bastam na literatura.
mais um salve pra você poeta!
abraço
Toda sexta-feira
A Débora "poeteira"
Faz brincadeira
Com besteiras
De várias maneiras
Mas é de coração
E é o que vale então!
Daqui nada mais faço
Mas deixo meu abraço!
God bless
a beleza de quem lê
não vem só da leitura
crua
vem do entendimento
mesmo que árduo
das entrelinhas
te adooroo Deb!
Saiba que é um prazer tê-la aqui!!!
Lingo Gatah soh quero saber de onde veio essa inspiração amistosa hehe
me conta aew pra tranquilizar
te amo!
mambeeeembee!
quanto prestígio hãm
legal!
Essa minha amiga é demais,uma verdadeira poeta...a cada dia me surpreende mais...Parabéns! Beijo linda e continue assim.
Postar um comentário